Posted in Uncategorized by Vinícius . on dezembro 12, 2012

há estribilhos quando nascemos,

rédeas quando engatinhamos,

correntes quando nos erguemos,

presilhas o dia inteiro.

há medo das palavras,

do vento, do desemprego e do cheiro.

apavoramo-nos com o sujo e derradeiro fim dos suprimentos.

corremos contra o nó desenrolando a língua de quereres proibidos.

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